23 maio 2011

é da Graça que vimos. é da Graça que somos.

O que é bom, vale a pena ser recordado.


"[...] E ouçam só outra vez o refrão desta canção. Pois é, o incrível é que em vez de ser sobre a neura habitual dos dias cinzentos, é sobre o amor. Mais, sobre como o amor está precisamente aí, nas fraquezas: em amar com e nas fraquezas que nem sequer se sabia que tinha, com as fraquezas que só aparecem em dias de chuva. Entregar-se inteira e com toda a força, mesmo quando essa força não é tanta como se pensava, ou como se queria que fosse.
Foi preciso o falsete de um norueguês para me relembrar (ensinar?) que este amor, esta entrega, vêm de um sítio muito preciso. From Grace. E com isto, quem é que precisa de um guarda-chuva?"

por Joana Cardoso

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