16 setembro 2015
26 agosto 2015
31 julho 2015
27 julho 2015
O pantufas veio para todos, ok?
Nova estátua do mafarrico de Detroit simboliza e incluí homens e mulheres, brancos e negros. Ficam de fora, mais uma vez, os hispânicos - esse eterno grupo étnico de série B do melting-pot americano, imigrante, ilegal, clandestino. Condenados a ser aceites à custa de sucessivas Sofias Vergara, sem ver os seus MLK's glorificados. Há sempre a desculpa - a criança caucasiana também pode ser hispânica. Mas não cola.
Condenamos a exclusão de um importante grupo da sociedade americana da mais recente "bomba" da deriva cultural em que vive aquele país. É que o pantufas veio para todos...
22 julho 2015
21 julho 2015
Ser Mecenas.
![]() |
| António Medeiros e Almeida |
"Desde os meus vinte anos, isto é, desde 1915, comecei a interessar-me por antiguidades, que passeie a adquirir a partir dos meus 30 anos e quando a minhas posses o permitiam.
Esse interesse foi-se desenvolvendo com intensidade e a pouco e pouco fui coleccionando peças raras de valor artístico e histórico como móveis, tapetes, lustres, loiças, bibelots, leques, (...), jóias, livros, cristais, azulejos, (...), etc.
À medida que o tempo ia correndo, tornei-me mais exigente e por isso fui pondo de parte determinadas peças e substituindo-as por outras mais valiosas. Assim, a selecção tem-se mantido cada vez mais rigorosa.
Algumas dessas antiguidades foram adquiridas com certa dificuldade, umas vezes por os seus donos não quererem desfazer-se delas, outras por os seus preços estarem fora do meu alcance. Casos houve em que, para as adquirir, tive de esperar anos e outros em que, para as observar e discutir a compra, obrigado fui a deslocar-me por esse mundo fora. Mas o facto é que cada uma dessas peças, reunidas ao longo de 50 anos, faz hoje parte do meu ser e reflete o meu gosto. Por isso, sinto-me chocado quando alguém me sugere a vende de uma ou mais peças para resolver a minha actual situação financeira, que é difícil, visto ter entregue à Fundação que criei, todos os meus haveres e do pouco que me resta, parte estar nacionalizada ou comprometida para integrar a Fundação.
Na eventualidade de aumentarem essas dificuldades financeiras, preferirei, se a tanto as circunstâncias me levarem, recorrer à mendicidade, em vez de me desfazer de qualquer uma das peças que com tanto carinho e amor coleccionei para as deixar ao meu país. É possível que, por isso, me apelidem de tolo.
Serão diferenças de sensibilidade."
15 julho 2015
Viagem à República de Fernando Rosas - na Velho Critério.
09 julho 2015
Subscrever:
Mensagens (Atom)






