DEO GRATIAS
22 julho 2015
21 julho 2015
Ser Mecenas.
![]() |
| António Medeiros e Almeida |
"Desde os meus vinte anos, isto é, desde 1915, comecei a interessar-me por antiguidades, que passeie a adquirir a partir dos meus 30 anos e quando a minhas posses o permitiam.
Esse interesse foi-se desenvolvendo com intensidade e a pouco e pouco fui coleccionando peças raras de valor artístico e histórico como móveis, tapetes, lustres, loiças, bibelots, leques, (...), jóias, livros, cristais, azulejos, (...), etc.
À medida que o tempo ia correndo, tornei-me mais exigente e por isso fui pondo de parte determinadas peças e substituindo-as por outras mais valiosas. Assim, a selecção tem-se mantido cada vez mais rigorosa.
Algumas dessas antiguidades foram adquiridas com certa dificuldade, umas vezes por os seus donos não quererem desfazer-se delas, outras por os seus preços estarem fora do meu alcance. Casos houve em que, para as adquirir, tive de esperar anos e outros em que, para as observar e discutir a compra, obrigado fui a deslocar-me por esse mundo fora. Mas o facto é que cada uma dessas peças, reunidas ao longo de 50 anos, faz hoje parte do meu ser e reflete o meu gosto. Por isso, sinto-me chocado quando alguém me sugere a vende de uma ou mais peças para resolver a minha actual situação financeira, que é difícil, visto ter entregue à Fundação que criei, todos os meus haveres e do pouco que me resta, parte estar nacionalizada ou comprometida para integrar a Fundação.
Na eventualidade de aumentarem essas dificuldades financeiras, preferirei, se a tanto as circunstâncias me levarem, recorrer à mendicidade, em vez de me desfazer de qualquer uma das peças que com tanto carinho e amor coleccionei para as deixar ao meu país. É possível que, por isso, me apelidem de tolo.
Serão diferenças de sensibilidade."
15 julho 2015
Viagem à República de Fernando Rosas - na Velho Critério.
09 julho 2015
08 julho 2015
18 junho 2015
17 junho 2015
12 junho 2015
02 junho 2015
Não tenhas medo nem te inquietes.
"Deixa cair as ilusões apegadas no mais profundo do teu ser, para que a minha santidade possa fecundar as raízes da tua existência. Conheço a tua fragilidade desde o seio de tua mãe; fui Eu que te criei, te formei e te escolhi, e tenho em conta o barro de que és feito; sei que levas o meu tesouro em vaso de argila que se pode quebrar a todo o momento. Não tenhas medo nem te inquietes, porque eu sou o Senhor, mesmo nas fendas que te aborrecem."
Pe. Luís Rocha e Melo in "Tu me seduziste e eu deixei-me seduzir"
Subscrever:
Mensagens (Atom)




