"This is what contemplative, as opposed to merely “fine” art, entails: rooted in the Church, but spilling, as Gaudí’s architecture does, into the parks, playgrounds and apartments of the world that surrounds it. Now that some of the controversy surrounding Eliot has settled, it seems clearer that contemplation is what he was after [...]"
19 fevereiro 2015
11 fevereiro 2015
Velho Critério e os Trads.
"O Miguelismo é, pelo menos nos seus doutrinadores, completamente avesso à tirania. Nunca toma o Direito por criador de justiça, mas simplesmente por expressão dela. É a justiça que deve determinar o poder, e não o poder a determinar a justiça, como fazem os tiranos. Este assunto é, também, tratado sobremaneira por outro conhecido Miguelista. Acúrsio das Neves, reconhecido economista e Historiador Português, bem avisa no Despertador de Povos e Soberanos: facilmente um tirano se aproveita da ausência de poder. Acúrsio di-lo a respeito de Napoleão e da Revolução Francesa; a igualitarização do poder, a união de todas as esferas políticas sob a jurisdição de um único voto, criam facilmente um tirano. Ou, como acontece modernamente, subsistem uma série de elementos não democráticos – a justiça e os tribunais, por exemplo – ou todo ele se centraliza num único Homem. Napoleão criava a justiça, a Religião e a Nobreza; contrariamente ao Estado limitado por Deus, pela Moral e pelo Direito, Napoleão era apenas legitimado pelo consentimento popular. Era este o grande medo de José Acúrsio das Neves, que já Agostinho de Macedo expressava a respeito da filosofia: por força de se libertarem das autoridades, os Homens correm o perigo de criarem outras mais apertadas e menos legítimas. O tradicionalismo português pode até não ser original; mas para quem se preocupa mais com a Verdade e com o Bem, não há-de ser esse o maior dos problemas."
02 fevereiro 2015
30 janeiro 2015
Recomeçar.
Considerai todo o passado como nada e dizei, como David:
Hoje eu começo a amar o meu Deus.
S. Francisco de Sales
29 janeiro 2015
cinco milhas ao largo. II
Venho aqui à trinta anos. Aqui neste lugar, em frente ao penedo verde, cinco milhas ao largo. Pesco o meu peixe. Trago o que o mar me deixa trazer. Depois acendo o cachimbo e espero. É assim há trinta anos.
Espero que ele venha enquanto dura o tabaco. Depois volto para casa.
O meu filho mais velho sente-se desta espera. Como se esperar o segundo fosse não querer o primeiro, ou, gostar do primeiro enquanto coisa de segunda.
28 janeiro 2015
#onlyinportugal
Está a correr uma polémica interessante sobre as provas de avaliação de professores, de que ontem aqui lhe falei. Erros como "trocar o c de cedilha por um c sem cedilha, trocar o a com h pelo a sem h, ou sinais de pontuação fora do sítio" - entre vários outros - levaram a que o responsável pela prova fosse duro na avaliação das competências destes docentes: "Mostram falhas gravíssimas", disse ao DN. Ontem à noite, o ministro da Educação defendeu com unhas e dentes esta prova: "Não faz sentido que um professor dê 20 erros".
23 janeiro 2015
22 janeiro 2015
Agnósticos e Ateus na Velho Critério.
"Se perguntarmos a algum agnóstico se Deus existe ou não provavelmente responderá: “Talvez…” ou, se for um pouco mais lúcido (mas não demasiadamente lúcido): “Não sei”. Estas respostas traduzem uma verdade certa que aparentemente anda escondida da maior parte das pessoas do nosso tempo: o agnosticismo não é verdadeiro."
A mentira do agnosticismo | Vasco Cordovil Cardoso | Velho Critério
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