Sobre o J. Edgar e uma crítica mal cozinhada, ela tem uma coisa a dizer.
07 fevereiro 2012
06 fevereiro 2012
Disclaimer ou Ressalva
Os "posts" em inglês deste blogue, não tentam ser mais do que são: "posts" em inglês.
São escritos em inglês porque ao autor lhe apetece.
Não são tentativas de escrever na língua "que vende mais".
Este autor, aliás, é um irredutível português e amante da sua língua, ainda que pouco culto das artes e letras.
É por isso que este blogue não respeita o acordo ortográfico.
Este blogue, portanto, não quer ser os Silence Four da blogosfera nem o seu autor uma espécie de David Fonseca (embora até goste de algumas das músicas que ele faz).
São escritos em inglês porque ao autor lhe apetece.
Não são tentativas de escrever na língua "que vende mais".
Este autor, aliás, é um irredutível português e amante da sua língua, ainda que pouco culto das artes e letras.
É por isso que este blogue não respeita o acordo ortográfico.
Este blogue, portanto, não quer ser os Silence Four da blogosfera nem o seu autor uma espécie de David Fonseca (embora até goste de algumas das músicas que ele faz).
Slacker, Fantasist or Striver?
I tend to be a slacker-fantasist when the road ahead is not clear or I have misplaced my Flag. I fantasise about striving for heaven on earth in its infinite concrete meanings and impacts on the various dimensions of my life. I then proceed to slacking by surfing the web, going to the movies with the pseudo-amateur-film-critic cap on, blogging, loosing time in the bath and building lego.
I’m not always slacking when I do these things, but they are the preferred activities for it.
I do strive for self-awareness and do so with particularly acute irony at times.
I also tend to steadily strive to make others smile or laugh as this is the ultimate bastion of hope that I might defeat the lesser fantasist-slacker within me. I do sing. However I do not exactly strive at this as doing it in a manner pleasing to others comes at relative effortlessness.
I also fare relatively well in the seas of the English language. I do not strive at it either as per the above mentioned reasons.
This is why I have many ideas about many things and think more creatively than sometimes others do but then feel the hangover of having done nothing about it. This includes deciding “good idea but not for this moment in my life”.
I'm your proverbial "almost guy".
If worrying about these things were to be considered striving, then you might think of me as a striver.
If not, then you know where to find me: smack in the middle of my comfort zone.
PS: In a hopeful way, I will argue, agreeing with the article, that people are a mixture of the three archetypes, but adding that this mixture may vary throughout one’s life.
PS2: the article you might need to read in order to understand what the hell am I talking about is linked in the text but just in case you missed it, jump to "Are you a striver, slacker or fantasist".
01 fevereiro 2012
31 janeiro 2012
da Senhora Infanta.
Adelaide de Bragança, a última neta viva do rei D. Miguel, faz hoje 100 anos e vai ser condecorada pelo Presidente da República.
no i, 31 Janeiro 2012
por João Távora
"Foi há pouco mais de dois anos que num dia soalheiro e húmido de Novembro, por ocasião de uma entrevista para o boletim da Real Associação de Lisboa, com alguma emoção tive o privilégio de privar com a D. Maria Adelaide de Bragança, infanta de Portugal, que hoje completa e festeja 100 anos de uma extraordinária vida.
Não deixa de ser algo irónico ter sido numa pequena moradia da “outra banda”, onde fomos tão acolhedoramente recebidos, que nos encontrámos com uma verdadeira princesa, tão ou mais encantada que as dos romances e do cinema cor-de-rosa. Afilhada do rei D. Manuel II e da rainha D. Amélia, por insólita conjugação de duas paternidades muito tardias e da sua feliz longevidade, a infanta rebelde, como ficou conhecida, é neta, a última neta viva, do rei D. Miguel, esse mesmo, o do tradicionalismo e da guerra civil de 1828-1834.
Livres e responsáveis.
"Martin Wolf, o famoso colunista do Financial Times, notou que «a única forma de alcançar a verdade é através do debate aberto e plural»; isso implica que não podem ser estabelecidos limites à liberdade de divergir, mesmo quando tal pode ofender. Só que, acrescentou, se a «liberdade é um direito com que nascemos, a autocontenção é uma medida da nossa maturidade». [...] A autocontenção é matéria da nossa consciência individual e não pode ser definida por governos ou ministros com opiniões sobre o que é ou não a licenciosidade, por exemplo. [...] Sem uma cultura de «virtudes sociais», porém, a liberdade que nos é devida quando nascemos, pode acabar ameaçada pela corrosão dos laços que dão coesão às sociedades. É por isso que associar a responsabilidade à liberdade não é limitar a liberdade, mas garantir a sua preservação."
30 janeiro 2012
27 janeiro 2012
Sindicalismo à portuguesa.
Hoje na TAP há greve e protestos. Acabo de saber em primeira mão, que pelo menos um dos parques de estacionamento está bloqueado e quem não quer aderir vê-se impedido de sair e, para todos os efeitos, retido nas instalações, refém de quem faz greve passando por cima da mais elementar regra: é proibido obrigar seja quem for a participar (ou não), numa greve. É proibido vedar a passagem, acesso, ou caminho a quem quiser passar por um piquete de greve. A polícia não está a fazer nada em relação a isto. Não sei porquê. Vivam o sindicalismo à portuguesa... parece o PREC all over again...
Cuspo nos animais responsáveis por este abuso de força. (mais um...!)
Subscrever:
Mensagens (Atom)





